Poodle negligenciado passou fome por tanto tempo que até esqueceu como comer

Se experiências em animais fossem abandonadas, a humanidade teria tido um avanço fundamental.

Em meus sonhos mais profundos nenhum animal viverá na solidão do abandono das ruas, ou mesmo no abandono de um lar sem amor, acorrentado, passando fome e frio.

Em uma noite quente de verão, uma mulher caminhava pelas ruas de Tampa, na Flórida (Estado no sudeste dos EUA), quando viu um animal realmente estranho: parecia ser um cachorro, mas estava tão magro que parecia não saber o que era comida há muito tempo.

O cachorro estava no interior de uma casa e, por isso, a mulher não pôde tomar nenhuma medida em favor do animal. Mas o animal inspirava tanta pena, parado em frente a uma janela, que a testemunha resolveu denunciar a situação às autoridades.

O resgate

A polícia de Tampa responsabilizou-se por verificar a questão. Quando os oficiais chegaram à casa, depararam-se com um animal muito magro. Era impossível, olhando para aquele feixe de ossos, identificar um cachorro da raça poodle.

Na verdade, os oficiais encontraram três cachorros no endereço informado.

Todos exibiam características evidentes de estarem sendo negligenciados há muito tempo: estavam muito magros, com a pelagem desgrenhada e cheia de falhas, olhos secos e infestados por parasitas.

O local estava muito sujo, sem nenhuma conservação e não havia nem sequer restos de alimentos. Infelizmente, dos três cachorros resgatados imediatamente, apenas um conseguiu sobreviver; dois não resistiram à inanição.

O poodle, justamente o cachorro avistado pela testemunha a partir da rua, foi o sobrevivente do desleixo e da irresponsabilidade. No abrigo, ele foi avaliado pelos veterinários, que estimaram ser um animal de nove anos de idade.

O cachorro foi batizado de Beni. Ele estava em péssimas condições: sofria de diabetes, tinha um tumor na pata traseira, infecções e inflamações em vários pontos da pele e queda excessiva de pelos: o poodle foi encontrado praticamente careca.

Casa nova

Por causa da idade avançada, da desnutrição severa e dos muitos problemas de saúde, a equipe concluiu que a alternativa possível, no caso, era a eutanásia.

Um funcionário do abrigo, no entanto, lembrou-se de um serviço especial na Flórida e tentou conseguir uma última oportunidade para o poodle.

Todos os cachorros recolhidos das ruas, desde que não sejam portadores de zoonoses (doenças potencialmente transmissíveis aos humanos), são candidatos à adoção.

Na prática, porém, os animais doentes e idosos dificilmente encontram candidatos dispostos a levá-los para casa.

Beni, além de idoso e doente, também era um sobrevivente da negligência.

Nesta condição, a maioria dos animais revela sintomas traumáticos: alguns se tornam extremamente medrosos, enquanto outros tentam atacar praticamente tudo que se mova perto deles.

Por fim, o poodle pôde finalmente se transferir para o Senior Paws Sanctuary (a tradução literal deste nome seria algo como “santuário das patas idosas”). Agora, Beni vive no santuário com Deborah e outros 26 cães, todos na terceira idade canina.

Meu cachorro é a melhor companhia que eu poderia querer! Mesmo sem falar, ele me entende melhor que qualquer pessoa. Um cão é um amor para a vida. Eles podem não durar vivos eternamente, mas o amor e a presença deles resistem para sempre.

Poucas coisas na vida são melhores do que chegar em casa, após um dia cansativo, e ser recepcionado por esse lindão. Quer saber o que é amor incondicional? Adote um cachorro!

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